01
Tireoide
Nódulos de Tireoide
Investigação e tratamento cirúrgico com atenção ao aspecto final do pescoço.
O nódulo de tireoide é um achado frequente e, na maior parte dos casos, benigno. A conduta começa pela investigação correta, com ultrassom, exames laboratoriais e, quando indicado, punção, para definir se há necessidade de cirurgia ou apenas de acompanhamento. Quando a cirurgia é indicada, o planejamento considera também o posicionamento da incisão, buscando um resultado discreto na região do pescoço.
Quando é indicado
- Nódulo com características suspeitas na ultrassonografia
- Resultado de punção que indica investigação cirúrgica
- Nódulo volumoso, com compressão ou desconforto
- Alteração na função da tireoide associada ao nódulo
Como eu conduzo
- Investigação completa antes de indicar qualquer cirurgia
- Incisão planejada para ficar discreta nas linhas naturais do pescoço
- Cuidado com as estruturas do nervo laríngeo e das paratireoides
- Acompanhamento pós-operatório com orientação sobre a cicatriz
02
Glândulas salivares
Tumor de Parótida
Cirurgia com preservação do nervo facial e incisão discreta na lateral do rosto.
A parótida é a maior das glândulas salivares e fica na lateral do rosto, atravessada pelo nervo facial, o mesmo que comanda os movimentos da expressão. Por isso, a cirurgia exige domínio anatômico e uma dissecção cuidadosa dessa estrutura. A maior parte desses tumores é benigna, mas a avaliação especializada é o que define a conduta e o momento adequado da cirurgia.
Quando é indicado
- Aumento de volume na região próxima à orelha ou à mandíbula
- Nódulo na face que cresce de forma progressiva
- Exame de imagem com achado na glândula parótida
- Alteração de sensibilidade ou de movimento na face
Como eu conduzo
- Dissecção cuidadosa com identificação do nervo facial
- Monitorização intraoperatória do nervo quando indicada
- Incisão posicionada nas dobras naturais, à frente da orelha
- Acompanhamento da recuperação funcional no pós-operatório
03
Oncologia cutânea
Câncer de Pele na Face
Remoção com margens adequadas e reconstrução planejada da região.
O câncer de pele na face exige duas competências na mesma cirurgia: a remoção oncológica com margens adequadas e a reconstrução da área tratada. Como a lesão costuma estar em regiões visíveis, como nariz, pálpebra, orelha e bochecha, o planejamento da reconstrução faz parte da cirurgia desde o início, e não de um segundo momento. A conduta é sempre individual e definida a partir do tipo da lesão, da localização e do exame anatomopatológico.
Quando é indicado
- Lesão na face que não cicatriza, sangra ou cresce
- Mancha ou pinta com mudança de cor, formato ou tamanho
- Biópsia com diagnóstico de câncer de pele já confirmado
- Lesão em área delicada, como nariz, pálpebra ou orelha
Como eu conduzo
- Remoção com margens definidas conforme o tipo de lesão
- Reconstrução planejada junto com a cirurgia oncológica
- Técnicas de retalho local respeitando as unidades estéticas da face
- Acompanhamento contínuo após o tratamento
Cabeça e pescoço é uma especialidade ampla. Os três procedimentos acima estão entre os mais
frequentes no consultório, mas atendo um espectro maior de alterações da região, com o mesmo cuidado
entre resultado oncológico e resultado estético. Também trato, entre outras condições:
Linfonodos e nódulos cervicais
Cistos e fístulas do pescoço
Tumores de outras glândulas salivares
Alterações da voz e da laringe
Reoperações e casos encaminhados por outros serviços